terça-feira, 21 de outubro de 2014

Superintendente do SEPREV é eleito presidente da ABIPEM


O superintendente do SEPREV (Serviço de Previdência e Assistência Social dos Funcionários Municipais de Indaiatuba), Antonio Corrêa, foi eleito presidente da ABIPEM (Associação Brasileira de Instituições de Previdência Estaduais e Municipais), para o mandato do biênio 2014 a 2016. 
A eleição aconteceu no 26º Seminário Nacional de Previdência Social, realizado na cidade de João Pessoa (PB), em maio, e a posse se deu em setembro e foi oficializada na noite de quinta-feira, 16, em um jantar no Indaiatuba Clube. Para o superintendente do SEPREV, a responsabilidade de assumir a presidência desta entidade, que existe desde 1980, é muito grande. “Vou dividir essa responsabilidade com os demais membros da diretoria executiva e conselheiros para darmos continuidade aos trabalhos que vêm sendo executados”, salienta Corrêa. 
Na sexta-feira, 17, diretoria e conselheiros se reuniram, em Indaiatuba, para elaborar o planejamento de trabalho para este biênio, que terá como prioridade a atenção voltada aos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS). “Programaremos cursos, palestras e ações voltadas aos gestores, que são os dirigentes e conselheiros, dando-lhes oportunidades para capacitação e governança, o que podemos chamar de Educação Previdenciária”, complementa.
A ABIPEM é uma entidade civil, de direito privado, de âmbito nacional, sem fins lucrativos. Como representante das Instituições de Previdência e Assistência dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, tem por objetivo congregar as instituições que dela participam através de um constante processo de aprimoramento de seu conhecimento técnico-administrativo, de atividades de intercâmbio, da realização de congressos nacionais e encontros regionais discutindo e difundindo os princípios da doutrina previdenciária e assistencial. Saiba mais sobre a ABIPEM acessando o endereço www.abipem.org.br.

Cliente: SEPREV 
Foto: Eliandro Figueira

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Empresa de Indaiatuba lança serviço específico para atender jovens e adolescentes através do setor 2.5


Há um novo tipo de negócios em franco crescimento no mundo que permite aos empreendedores unir sustentabilidade financeira e impacto positivo à sociedade. É o chamado setor 2.5, formado por empresas que não são somente destinadas ao lucro, mas que também não se enquadram simplesmente como ONGs ou entidades sem fins lucrativos.

Ainda não há uma delimitação para classificar uma empresa ou projeto, mas existem valores em comum entre estes empreendedores. Ter impacto social, ambiental e viabilidade econômica são alguns desses valores, assim como estar alinhado com a realidade local, causar impactos diretos na sociedade, gerar valor para as comunidades, promover o desenvolvimento das pessoas e manter a finalidade lucrativa.

Na busca de inovar seu modelo de negócio, gerar equilíbrio social e preencher uma lacuna do sistema educacional público, a Coaching Education criou o atendimento de coaching socialmente inclusivo, onde por meio da formação de grupos, é possível desenvolver o trabalho que hoje é oferecido em sessões individuais. A modalidade visa atender a faixa da população com menos recursos financeiros, promovendo o desenvolvimento pessoal dos jovens gerando impacto social, por meio da escolha orientada e mais consciente de seu futuro profissional.

As escolas do ensino básico, tendo como função maior a formação escolar, se ressentem de projetos internos voltados à orientação profissional de seus alunos, para a inserção no mercado de trabalho e a prática do empreendedorismo. 

É notório o considerável número de pessoas sem qualificação profissional ou inseridas no mercado de trabalho formal ou informal, desempenhando atividades com remuneração aquém de suas necessidades, tendo como origem desse problema não somente a insuficiente formação escolar, mas também a ausência de orientação profissional. Dúvidas, dificuldades, incertezas e bloqueios fazem parte da rotina de todo jovem, permanecer perdido ou decidir errado é sinônimo de falta de orientação.

O Coaching Educacional direcionado a grupos é um serviço disponibilizado a alunos com faixa etária de 13 a 20 anos, o atendimento em grupo permite que técnicas, hoje utilizadas por muitos jovens, se tornem acessíveis a todos, seja para apoiá-los, para ajudá-los a vencer suas limitações e, para desenvolver uma melhor concentração e autoconfiança, a fim de orientá-los a atingir melhores resultados na vida, nos estudos e principalmente na sua carreira. 

“Durante alguns anos busquei qualificação e aperfeiçoamento profissional, desenvolvimento de técnicas e métodos eficazes, enxerguei a oportunidade de levar atendimento em grupo a uma grande maioria dos adolescentes de escolas publicas que, nos dias de hoje, não fazem nenhum tipo de orientação para a escolha da profissão”, comenta a coach e psicóloga Kelly Albrecht. 

As sessões acontecem com grupos de até 10 pessoas e contam com material de apoio, testes vocacionais, certificado e uma sessão individual. 

O acompanhando e direcionamento são as bases da superação para suprir tais anseios. Treinar e desenvolver os estudantes para o mercado de trabalho é acreditar no potencial dos jovens, independentemente das dificuldades encontradas pelo caminho.

Serviço
Coaching Education

Rua: Tuiuti, nº 1151, Cidade Nova – Indaiatuba / SP
Fone: (19) 3875 7695 / 2516 2433
www.coachingeducationsp.com.br
Facebook: Coaching Education

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Coaching Educacional ajuda a desenvolver o potencial e a direcionar a carreira de jovens


O Coaching já é bastante conhecido no cenário empresarial, onde executivos recorrem a especialistas que treinam e desenvolvem aspectos como assertividade, liderança, oratória e outros desafios da gestão de empresas.

Neste contexto, uma nova ferramenta está disponível aos pais que buscam ajudar seus filhos a vencer as dificuldades naturais que permeiam todo jovem e adolescente no momento da escolha profissional, o Coaching Educacional.

Os pais que já utilizaram essa técnica reconhecem a eficácia do processo capaz de desbloquear o potencial do filho, maximizando a motivação, foco, desempenho, aumento da autoestima e da autoconfiança. De imediato melhora também os resultados pessoais ao lidar com conflitos emocionais, relacionamentos, organização e métodos, concentração nos estudos, escolha e direcionamento da carreira.

Conforme aborda a psicóloga e coach de jovens Kelly Albrecht, as técnicas utilizadas no Coaching Educacional envolvem além da psicologia a neurolinguística que juntas promovem a melhora na organização do pensamento e refletem diretamente na qualidade de vida, proporcionando um maior equilíbrio e um melhor aproveitamento de tempo. Consequentemente, o jovem desenvolve a sua criatividade e aprende a ter foco e planejamento em suas ações.

Segundo Eric Bettinger, professor e pesquisador da Standford University of Education (EUA), houve um aumento de 10% para 15% nas taxas de retenção entre os alunos que receberam coaching - um índice significativo registrado no momento em que milhares de estudantes abandonavam a universidade antes da formatura.

Kelly Albrecht idealizou e fundou a empresa Coaching Education, oferecendo atendimentos individuais e, mais recentemente, por meio do atendimento de grupos, viu a possibilidade de oferecer acesso a grande maioria dos jovens que todos os anos ingressam no mercado de trabalho sem nenhum tipo de orientação.

As modalidades oferecidas pela Coaching Education são: Coaching Educacional (Individual, Grupos, Online), Professional Coaching, Coaching Premium, Assessment. 


Serviço
Coaching Education
Rua: Tuiuti, nº 1151, Cidade Nova – Indaiatuba / SP
Fone: (19) 3875 7695 / 2516 2433
www.coachingeducationsp.com.br
Facebook: Coaching Education

quarta-feira, 14 de maio de 2014

4 passos para ter uma boa presença mobile

Sempre ouvimos falar sobre todas as vantagens que a mobilidade proporciona às empresas, mas será que elas pararam para entender quem são as pessoas por trás das pequenas telas? O que buscam esses usuários? De que forma pode-se oferecer o que o cliente busca?A presença nas plataformas móveis exige estratégia aliada à relevância. Confira a seguir algumas ações que podem ser colocadas em prática já.

1. Foque na experiência do usuário móvel
A experiência do usuário com o site mobile impacta diretamente o número de visitantes, que por sua vez, impacta também no ranking do site em mecanismos de busca. Uma boa experiência do usuário pode garantir também a conversão de simples visitantes em clientes.

2. Tenha um site mobile-friendly
Site mobile-friendly, se responsivo ou dedicado, será fundamental para uma estratégia de SEO móvel. Ou seja, invista em um site adaptado para as necessidades do ambiente móvel. Velocidades de carregamento da página podem ter um impacto significativo na experiência do usuário móvel. Com base na pesquisa da Nielsen Norman Group, o Google quer páginas móveis para carregar em um segundo ou menos para entregar uma experiência positiva e manter o usuário envolvido.

3. Simplicidade no design
Assim como em um site voltado para desktops, um site para o mobile também deve observar para questões como formatos, ajustes de tela, cores e usabilidade. É importante fornecer também informações em um padrão intuitivo e de fácil assimilação.

4. Entenda a intenção do usuário.
Uma estratégia SEO sempre deve ser orientada pelas necessidades de seu público-alvo. No caso dos usuários de dispositivos móveis, há uma grande diferença em relação aos que buscam informações no desktop. Os usuários do smartphone, por exemplo, são mais propensos a buscarem por produtos e serviços mais próximos do local onde estejam. Segundo o Google, 69% dos usuários esperam encontrar negócios em um raio de 5 km de sua localização, enquanto 55% deles esperam para a compra dentro de uma hora.
Autor
*Gustavo Luveira – COO da Kanamobi (www.kanamobi.com.br), é publicitário de formação e empreendedor nato. Foi responsável pela área de Novos Negócios da Red Cube e fundou a Brands Lounge Brasil. Hoje, além do cargo que ocupa na Kanamobi é professor da São Paulo Digital School.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Competências!

O ser humano é dotado de múltiplas competências. No atual mundo corporativo é muito valorizado o indivíduo que no desempenho de sua função está aberto a novos conhecimentos e ao desenvolvimento de outras habilidades. Deste modo, formatam sua autovalorização. Cursos, palestras e mídias faladas e escritas estão em sintonia quanto à valorização das competências comportamentais, pois acreditam serem estas os elementos que levam a real diferenciação profissional. São as qualidades humanas refletidas nas atitudes respeitosas frente às diferenças pessoais, pensamentos diferentes e nos profissionais que buscam o diálogo e que sabem trabalhar em equipe. É o tão exigido perfil emocional para o professor, o empresário, o gestor, a área comercial, atendimento, enfim, para todos aqueles que trabalham/convivem com ou muito próximo às pessoas.
Todos nós podemos desenvolver estas competências, mas para isso é necessário um grande esforço, uma avaliação sincera, um investimento pessoal contínuo do se “Conhecer”. Conhecer suas emoções e saber lidar com elas. Quais suas reações, limitações e dificuldades frente ao imprevisto? No decorrer deste diagnóstico, se acrescidas às qualidades que já possuímos, resultam num “bem estar”, fruto da sensação de querer ser, antes de tudo, um ser humano melhor.
Reflita:
- Ser livre é buscar conhecer a si mesmo. (Frei João Lopes da Silva)
- A primeira e a pior de todas as fraudes é enganar-se a si mesmo. (P. J. Balley)
Muita disposição e boa sorte!

Colunista - Ruth Cronemberger
Formada em Letras Português/Inglês pela PUC-SP, sócia-consultora da Lacre Consultoria. Ministra treinamentos e palestras sobre os temas “Comportamento Social” e “Postura Profissional”, “Relações com Cliente”, “Comportamento e Postura no Atendimento Telefônico”, “Protocolo e Cerimonial” em diferentes ramos de empresas, tais como educacional, financeiro, saúde, comercial, agronegócio, Órgãos Públicos, etc. É Colaboradora da UATI – UNIFESP ministrando palestras sobre Etiqueta para alunos da terceira idade. Co-autora do livro “Respeito é bom e todo mundo gosta” – Ed. Paulinas 2011.
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